Nas redes sociais, um pedido de férias gerou polêmica ao reacender o debate sobre funcionários que recebem prioridade por terem filhos. Chloe dividiu a sua indignação ao compartilhar que teve seu pedido de folga no Natal recusado, com a justificativa de que ainda era preciso saber as vontades de colaboradores com crianças em casa.Após enviar o e-mail neste mês de setembro, sua gerente a informou que as aprovações não são feitas por ordem de chegada. Leia também Distrito FederalCopa do Mundo Feminina pode alterar data das férias escolares no DF Vida & EstiloO que fazer se o seu filho não se adaptou à rotina após as férias Claudia MeirelesVerão europeu: famosos elegem ilha espanhola para férias de luxo Vida & EstiloFérias escolares: veja dicas para não vacilar na alimentação infantil “Temos vários membros da equipe com filhos pequenos que também podem precisar de folga no Natal, preciso garantir que a distribuição seja justa”, argumentou a chefe ao dizer que não poderia confirmar sem receber todas as solicitações.Funcionária que compartilhou história é do Reino UnidoNão houve resoluçãoChloe, que mora no Reino Unido, rebateu ao afirmar que já havia feito planos com a família justamente porque enviou o pedido com antecedência. “Eu solicitei as datas primeiro. Ter filhos significa que os planos de Natal de outra pessoa têm prioridade sobre os meus?”, disse.Segundo a gerente, a funcionária teve uma interpretação errada da mensagem, já que o Natal é um período difícil de ser ajustado. Além disso, ela acrescentou que a empresa não pode ficar desfalcada e questionou Chloe se ela viajaria na data.Mesmo respondendo que não pretende sair da cidade, a colaboradora destacou que isso não tem importância para a situação. “Por que alguém que tem filhos deveria dar mais importância ao seu Natal do que ao meu?”, retrucou.Mesmo com filhos, muitos pais não concordam com a ideiaPúblico repercutiu o temaCompartilhada no TikTok pelo perfil Steady Culture, a discussão acumulou mais de 11 milhões de visualizações e quase 20 mil comentários.Internautas ficaram divididos entre concordar com os privilégios para pessoas com filhos e reclamar que pais de crianças acham que todos devem passar por cima da própria vontade para ajudá-los.“Mais uma vez, pessoas sem filhos são obrigadas a atender às necessidades de quem escolheu tê-los”, reclamou um deles. “Essa seção de comentários me fez perceber que pessoas sem filhos acham que crianças se cuidam sozinhas”, criticou outro.








